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Mostrando postagens com o rótulo A vida e as aventuras de Karliper Lee

o q q ta com tece nu?

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Será que ainda tem um blog embaixo de toda essa poeira? Esse post tem duas finalidades básicas: tirar a poeira do blog e ter algo pra lembrar quando eu abrir esse blog daqui a 28 anos sobre onde estava a minha vida em junho/agosto de 2016. Coisa nº1: Li Raven Cycle. Bom, não inteiro, pois ainda não publicaram Raven King na terra de Vera Cruz, mas já o comprei, porque não vou ter ~guts~ pra esperar a publicação no Brasil. Na verdade, e não tô me aguentando pra ler nem daqui a um mês quando chegar minha cópia do Book Depository, imagina esperar sair em português. (Embora eu esteja planejando sim comprar a versão brasileira quando sair pra ficar bonito na estante. Sim.) Eu poderia escrever sobre a série, e até quero, mas por causa da coisa nº2, perdi todo o clima no terceiro livro, então só talvez eu escreva sobre todos os ~feels~. SÃO MUITOS FEELS. Coisa nº2: estou com infecção na urina. Mais especificamente no rim. Por um motivo bobo, que poderia ter sido evitado e do qual me or...

Sobre chorar por um cara na sua festa de aniversário depois de prometer que essa seria a última coisa que você faria

Segure-se onde tem pra se segurar. Aproveite as coisas, do jeito certo ou do jeito errado, só aproveite. Se apaixone e se machuque, tá tudo bem. As coisas são o que são, e ninguém controla os acontecimentos da vida, nem as pessoas mais organizadas. Esperneie, se quiser. Ninguém vai viver sua vida por você, então absorva todas as coisas (e pessoas) que ela lhe proporcionar. Tá tudo bem não estar tudo bem sempre. Aprendemos mais quando ficamos mal

Querida Karla de 16 anos,

ô, sua disgracenta, como assim "não tão querida karla do futuro"??! Vai se ferrar, ô coisa pequena. Sou a melhor versão da gente e você me chamando de "não tão querida". Se bem que, né, como você saberia que hoje sou muito melhor do que você? Quando você me escreveu sua cabeça não estava no lugar, tudo estava confuso e incerto e complicado... a parte boa é que, mesmo que não melhore muito essa confusão toda aí, pelo menos agora você tem dinheiro pra ir no cinema depois de sair do trabalho se quiser. Não me achei ainda, como você esperava, mas vamo fazeno, uma hora vai, quem sabe. Logo de cara, vou te dizer que Paramore não é mais sua banda favorita. Assustador, né? Ainda escuto e gosto da nostalgia (cara, o show! você vai amar o show!), mas dá uma escutada em Arctic Monkeys com maior atenção, por favoooor. E é claro que eu sinto falta de ter 16/17 anos. E, fala sério, você também adora. Só está com medo de completar 18 e ter de sair do útero ensino médio. Aliás,...

Setembro de 2015: um resumão.

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Obs: não ignore o aumentativo no título Hoje completou 37 dias desde o último post. Fiquei assustadíssima quando me dei conta disso porque não tinha percebido o passar do tempo assim. Setembro passou num piscar de olhos. Desde o finzinho que agosto que tento fazer um post decente pro blog, mas não conseguia sentar e pensar numa forma de escrever. Todo dia abrindo o Blogger e encarando a caixa branca sem sentir o texto fluindo, apagando toda a primeira linha antes que ela virasse duas. Fui deixando todas as ideias de post pra lá, largando de mão, igual eu estou fazendo com, well, a faculdade, que não consigo lidar porque sou completamente desorganizada com tempo e prazos. Quinta feira que vem já é outubro e eu não sei o que estava fazendo da vida esse mês. Na verdade, sei: nada. E tudo. ~tremendo igual vara verde~ Comecei bem no primeiro fim de semana do mês nove: estive na Cidade Maravilhosa no feriado da Independência com uma das minhas melhores amigas pra curtir a vida adoi...

Acorda pra vida!

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Eu não tenho exatamente dificuldade pra acordar cedo. Assim, não é que todos os dias eu pule da cama com um sorriso maravilhoso e saía por aí cantando para os pássaros, tem dias que, realmente, levantar é um parto. Mas, em geral, eu até prefiro acordar cedo, o dia acaba de fato rendendo mais e é legal a sensação de "uau, já fiz tudo isso e ainda são só x horas". Mas num desses dias aí da vida, eu dei um pulo da cama depois de claramente já ter desligado o despertador há meia hora atrás, corri desesperada pra tomar banho, penteei meu cabelo sem o menor cuidado que ele exige, achei que não ia dar tempo de tomar café e tudo. Devo dizer que odeio a sensação de estar atrasada. Aquela pressa pra fazer tudo na hora, de precisar estar pronta, mas não só pronta, pronta e com cara de quem acordou não apenas na hora, mas vinte minutos antes, quando na verdade eu acordei meia hora depois e definitivamente poderia ter dormido mais. Eu estava com a cara inchada, o cabelo capengando, tin...

Não se assuste, pessoa, se eu lhe disser que a vida é boa

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Estou escrevendo esse texto, a caminho da faculdade, no bloco de notas do celular porque acho que se tiver de esperar até mais tarde, o ponto dele vai se perder. Quando saí de casa, meu condomínio parecia um tipo de portal mágico e à sua esquerda estava um sol super maravilhoso e à direita, pra onde eu estava indo, a cor do céu transitava entre a azul escuro e cinza chumbo. O mundo parecia querer cair de um lado e do outro o mundo parecia sorrir. Estava com medo da chuva, mas a vida não para por isso e eis que eu sigo na direção do céu chumbo pra pegar o ônibus nosso de cada dia. E então começa a chover. Não foi das chuvas mais cretinas, não me molhei tanto, minha meia continuou seca, não fiquei nem com medo do celular, que tocava música no meu bolso, molhar. Continuei andando, meio bravinha por causa da chuva, mas sem maiores crises. E então começou a tocar Dê Um Rolê da Novos Baianos no meu celular no mesmo tempo em que eu vi um arco-íris tão lindo, que nem lembrei de tirar fo...

Kelly de Cuiabá, cabelo liso, turistando em São Paulo - BEDA #22

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Kelly queria tirar foto de tudo Eu nasci e fui criada na capital paulista, só saindo daqui pra ir pro litoral de São Paulo também ou pro interior da Bahia. E, ainda assim, nunca tinha ido na Liberdade, o bairro oriental no centro da cidade. E, sabe, não é a única das loucas experiências que São Paulo proporciona que eu ainda não tinha experimentado.  O fato é que, talvez por ser domingo à tarde ou porque minhas expectativas estavam super hiper altas, achei a Liberdade um rolê meio meh. não houve nada de muito incrível não. Tinha umas barracas/restaurantes de comida oriental e algumas lojas de coisas fofinhas japonesas ou não e muita  gente de olho puxado. E a minha experiência valeu-se muito mais pelas pessoas que pelo ambiente em si. Nessa passarela existe um zilhão de pessoas tirando fotos. Não da decoração japonesa, não dos japoneses. De si mesmas. Enquanto os mendigos pediam, as crianças gritavam  em japonês com suas vózinhas e eu e meus amigues fingíamos ser...

A roda do ônibus roda roda, roda roda, roda roda - BEDA #7

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Antes de eu começar esse texto, deixa eu situar vocês de fato importante: eu presto atenção nas conversas alheias. Eu sei que não é a parte mais nobre de mim, mas é o meu jeitinho. E se a pessoa anda por aí sexting pelo WhatsApp, eu tô sabendo, porque se a pessoa se importava de alguém ver, ela esconderia, correto? Então tá. Eu estudo bem longe de casa, o que me obriga a passar bastante tempo dentro do transporte público paulistano. Eu sou bastante desastrada na vida, o que significa que frequentemente estou sem fones de ouvido (porque quebrei) no transporte público paulistano. O que significa que eu escuto muito (quando não estou dormindo). E a roda do ônibus rodando pela cidade. Estava eu no ônibus, voltando pra casa, sentada no fundo e três caras conversavam ao meu lado. Eu juro pra quem quiser ouvir que eles passaram os quarenta minutos em que estive dentro do ônibus falando sobre meninas. Porque tinha uma fulana que morava em Santos, e a outra que era ex do irmão, e tinha...

Para ver se acontece alguma coisa nessa tarde de domingo

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Céu e Ruiz, provavelmente chapadas, cantando Efêmera, retirada diretamente do Facebook da Tulipa amorzão Ruiz   No último domingo, dia 22, eu fui até a portaria do meu condomínio buscar um negócio pra minha mãe. Só entre o hall do meu prédio e a portaria eu: tropiquei num degrau, me molhei de chuva quando o vento virou o guarda-chuva do avesso e escorreguei no hall machucando o joelho. Eu sabia que isso era um sinal pra eu ficar em casa, era o universo me dizendo que rolê embaixo de chuva no domingo à noite não era uma boa ideia. Mas o fato  é que saí de casa debaixo de chuva, morrendo de frio, sem vontade, rumo ao parque do Ibirapuera pra um rolê que já julgava miado. Entenda-me: estava chovendo, era noite de domingo, eu tinha de acordar cedo na segunda-feira e, ainda assim, eu estava rumando para o centro da cidade ver o show de três cantoras que eu conhecia muito pouco ou quase nada. As coisas que a gente faz pra ver os amigues. Daí lá vou eu, sendo assediada ...