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Mostrando postagens com o rótulo Filmes

Sobre metamorfoses ambulantes e as vantagens de não ser invisível

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It's okay that she's gone, actually Acabo de fechar a aba da Netflix onde estive assistindo As Vantagens de Ser Invisível pela primeira vez, apesar de ter lido o livro há uns três ou quatro anos. O livro me fez chorar na época e o filme me fez chorar agora, mas há uma diferença bem grande nesses dois choros. Porque há três ou quatro anos tudo me empolgava demais, toda a cultura que eu consumia entre 2008 e 2013 me engolia, fazia eu tremer por dentro e por fora, dava nó na barriga, despertava lágrimas numa facilidade absurda. Entre 2014 e agora (2016 hein, uau, ainda pode desejar feliz ano novo depois de vinte de janeiro?), como diria Charlie no livro e no filme, comecei a participar mais da minha vida. Tenho sentido as coisas na pele e não mais através de páginas de livro ou cenas de filme. Os livros não mais me arrepiam a espinha, por mais que seja um livro bom. Uhg, estou completamente cansada de romance adolescente escrito ou gravado, o que deve ser um choque pra Karla...

2015 Awards \o/

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esse filme e essa mulher, sinceramente ALERTA DE TEXTÃO E POSSÍVEIS SPOILERS NÃO INTENCIONAIS. Ahoy internet! Parece que o melhor ano da minha vida (até agora) tá acabando mesmo. E, como não podia de ser, a internet está recheada de lista de retrospectiva, dando prêmio para os melhores do ano, bem no estilo Faustão mesmo e quando nessa vida Karla vai perder a oportunidade de fazer uma lista, lista de retrospectiva de fim de ano ainda, omg! Infelizmente, vai ser uma lista muito difícil de fazer porque, aparentemente, não gostei de muita coisa esse ano???? Não sei se porque estive muito distraída com um zilhão de outras coisas (OBRIGADA 2015, YOU ROCK), mas parece que toda cultura que eu absorvi esse ano foi meio meh. Poucas coisas na ficção me empolgaram mesmo e isso está partindo de euzinha sim, Karla Baltar, rainha da empolgação. Mas ainda há ressalvas a se fazer, pois nem tudo é ruim nessa vida, afinal, estamos falando do melhor ano da minha vida (até agora). Pra começar bem...

The First Time aka estou me dispondo a escrever à uma da manhã porque claramente não sei lidar com esse filme

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Então é natal.... e o que você fez? Well, claramente não me organizei o suficiente pra fazer uma programação de natal decente, mas achei tempo pra The First Time, um filme que já estava no meu radar há algum tempo e que, não, hã-hã, não tem nada de natalino. Porém, são duas da manhã e eu não acho que vou sobreviver se não escrever agora todos os feels que estão aqui dentro, porque meu jesus cristinho, que filme amor. Also, esse texto pode vir a fazer zero sentido, dada as duas informações citadas nesse parágrafo. The First Time conta a história de Dave e Aubrey, que se conhecem numa festa e se apaixonam. E, sim, dá pra ver pelo título que eles perdem a virgindade em algum ponto, mas não façamos um big deal out of it, porque o filme em si não faz. E pode parecer uma historinha bobinha, e talvez até seja, mas o quão bem feito esse filme é, não tá no gibi. Entre a atuação e a trilha sonora e - goddamn - o roteiro, tudo tá tão belamente organizado nesse filme que uma história bobinh...

Os últimos filmes que assisti

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gif válido. gif muito válido Eu remoo coisas. Remoo do verbo remoer, sim. Todas aquelas coisas que acontecem na minha vida que já estão mastigadas, trituradas, moídas e eu vou lá de novo desmiuçar elas mais um pouquinho. As coisa boas e as ruins, porque desgraça pouca é bobagem e nunca tá doendo o suficiente, aparentemente. As malditas redes sociais são ótimas, né, pra remoer coisas. É fácil rolar a página do Facebook de alguém até achar aquele coraçãozinho marcado com o nome de certa pessoa, ou se perder em conversas de WhatsApp que aconteceram há quatro meses atrás, ou ler um texto aqui sobre o que estava acontecendo na minha vida em 2012. Acho que remoer as coisas está me impedindo de ver a big picture e encontrar algum assunto pra blogar, ou mesmo pra postar no Facebook ou no Instagram ou no Twitter. Fico rolando essas páginas pensando, tentando entender por que eu não estou conseguindo cumprir com meu dever de cidadã em 2015 de preencher a internet de coisa inútil. Por isso h...

Underneath it all...

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Lembro até hoje de uma professora de sociologia dizendo que nos gabamos tanto de sermos racionais, mas no fundo mesmo só sentimos real prazer nas nossas atividades fisiológicas animalescas (comer, beber, foder...). E isso é tão verdade, que grudou no meu cérebro pra sempre. Ontem eu assisti Relatos Selvagens, um filme argentino em esquetes que conta várias historinhas de pessoas que têm um surto nervoso devido a alguma coisa qualquer boba do dia a dia. Minha primeira impressão era de que todas as situações ali são muito absurdas para serem reais, mas conforme eu fui absorvendo o filme, percebi que não, não é absurdo. Não são situações-limite, não são exceções, não é (só) roteiro de filme. Seres humanos têm uma mania absurda de querer aprovação alheia. Em todas as situações, em todos os sentidos, em todos os campos da nossa vida. Estamos sempre esperando que os outros nos vejam como melhores do que nós mesmo nos vemos. Como consequência do medo da reprovação, reprimimos todos os n...

Is this the real life?

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aka Uma possível resenha/conversa/blablabla sobre Inception Matei aula pra assistir um filme. Ok, talvez não exatamente pra assistir um filme, mas assisti Inception enquanto deveria estar na faculdade. Gostaria de dizer que me arrependo, mas não seria bem verdade. Inception conta a história de Cobb e seus amiguinhos que com certa tecnologia conseguem adentrar, controlar e compartilhar sonhos. No meio dessa atividade que não é exatamente legal, ele se envolve em altas tretas e pra resolver a maior delas (algo a ver com ele supostamente ter cometido um crime) ele vai usar dessa tecnologia dos sonhos pra implantar uma ideia no subconsciente de alguém. A partir daí, a história se desenvolve entre Cobb, uma engenheira, um químico, o Joseph Gordon-Levitt ♥, um cara podre de rico e um outro cara que merecia mais destaque do que ser chamado de outro cara arquitetando a forma de implantar certa ideia no subconsciente de um herdeiro através de uma viagem louca de sonho, dentro de um son...

A coisa com a Renesmee é... - BEDA #11

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(eu não tenho certeza se essa foto é de BD, porque Nessie tá com expressão demais...?) Eu realmente não gosto da Renesmee. Ela representa a única coisa que eu não gostei sobre a série inteira: a pressa. Bella tinha pressa de ser vampira, mas também queria ter todas aquelas experiências humanas, então Stephenie Meyer cria a Nessie, que é tão impossível e não-natural e destrutiva, como tudo quando é apressado. Quer dizer, leva tanto tempo para Bella e o Edward darem o primeiro beijo, mas todo o resto é tão rápido. Ás vezes eu queria que Breaking Dawn inteiro sequer existisse. É o único livro que eu preferiria ignorar, porque é tão... ugh, adulto, considerando que se trata de pessoas de 19 anos, sabe?! Eles noivam, casam, engravidam (helloooo, coisa de adulto) e Bella se torna vampira e é tanta coisa acontecendo num período tão curto de tempo (a saga inteira se passa em cerca de dois anos) e Bella é tão nova pra viver tudo isso. Tipo, eu tenho 18 anos e penso "não tem nenhuma ch...

Keeping Up With The Cullens - BEDA #9

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clique na imagem para ver o especial de páscoa completo Existe um lugar mágico na internet chamado Tumblr. Lá você encontra tudo e mais um pouco sobre tudo e mais um pouco. Até uma série de posts sobre Twilight baseada nos livros, nos filmes e em Keeping Up With The Kardashians. Pra quem não sabe, KUWTK é um reality show com a família da Kim Kardashian (que eu não faço ideia de porque eu já a conhecia antes de ela se casar com o Kanye West, nem nunca vi KUWTK, já que isso é só o que ela fez na vida, aparentemente?), onde é mostrado a rotina deles e as brigas e os amores e etc, com comentários deles depois e tal. Daí que eu tô de boas lá no Tumblr quando vejo esse post aqui e morri de rir e fui atrás de mais , porque, imaginem o quão maneiro seria um seriado fake-reality baseado em Twilight, com o humor ácido criado no Panlight ? E é tão maravilhoso, porque são usadas as imagens dos filmes (e de seus making-ofs) pra representar as histórias dos livros. E sempre com uma pitada ót...

Guilty Pleasures - BEDA #6

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Eu quero deixar claro que não gosto muito do termo " guilty pleasure " porque se é pleasure , não devo me sentir guilty sobre ele. Mas esse é um termo tão bom pra designar aquelas coisas que você sabe que são bem ruins, mas seu coração você não consegue desapegar, sabe. Você enxerga as coisas ruins, você sabe que são ruins, até entende os haters , mas não dá pra deixar de ser lover . Uma relação que mantive por anos a fio com Glee, que só se tornou guilty pleasure a partir da quarta temporada. Até a terceira temporada, Glee era realmente muito legal mesmo. Mas daí começou uma putaria de plot, de falta de plot (se você acha que a especialidade de Glee é música, é que você não tem noção de quantos personagens não tinham razão de ser na série), personagens bizarros, Rachel sendo bem burra em Nova Iorque e tudo estava bem ruim em Glee, mas eu estava tão extremamente apegada àquela bagunça toda que só desapeguei porque acabou. É mais ou menos o que eu sinto em relação a Crep...

Top 5 Sunday - Filmes de amorzinho

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isso é tão feio, mas T5S sem isso não parece certo Amizade Colorida (Friends With Benefits, 2011) Ruby Sparks: A Namorada Perfeita (Ruby Sparks, 2012) Apenas o Fim (2008) (500) Dias com Ela ((500) Days of Summer, 2009) 10 Coisas que Eu Odeio em Você (10 Thing I Hate About You, 1999) Eu poderia assistir a esses filmes muito mais vezes além das que já assisti e nunca me cansaria.