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Mostrando postagens com o rótulo Livros

Desculpe o transtorno, preciso falar sobre Maggie

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Nos conhecemos em 2009. Quer dizer, eu ouvi falar dela pela primeira vez em 2009. Maggie Stiefvater provavelmente já me conhecia antes disso. Se você abrir meu diário de 2009, a possibilidade de você encontrar alguma página escrito "quero ler Calafrio" é bem alta. Nessa época, eu tinha acabado de ler Crepúsculo, tinha encontrado o maravilhoso mundo dos blogs literários (que desencadeou uma série de blogs falidos escritos por mim) e, mais especificamente, o blog da Karina (acho que falarei sobre ela em algum post em algum futuro) que escreveu uma resenha apaixonada sobre a experiência de ler Calafrio, o primeiro livro publicado por Maggie Stiefvater no Brasil até então. Karina tirou o blog do ar e não posso compartilhar o texto com vocês, mas foi um negócio bom o suficiente pra, até hoje, eu ainda lembrar da sensação de "ai que fofo quero muito ler também que gracinha" que senti ao ouvir falar pela primeira vez de Calafrio. Era como se eu já soubesse ali, pelas...

Sobre metamorfoses ambulantes e as vantagens de não ser invisível

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It's okay that she's gone, actually Acabo de fechar a aba da Netflix onde estive assistindo As Vantagens de Ser Invisível pela primeira vez, apesar de ter lido o livro há uns três ou quatro anos. O livro me fez chorar na época e o filme me fez chorar agora, mas há uma diferença bem grande nesses dois choros. Porque há três ou quatro anos tudo me empolgava demais, toda a cultura que eu consumia entre 2008 e 2013 me engolia, fazia eu tremer por dentro e por fora, dava nó na barriga, despertava lágrimas numa facilidade absurda. Entre 2014 e agora (2016 hein, uau, ainda pode desejar feliz ano novo depois de vinte de janeiro?), como diria Charlie no livro e no filme, comecei a participar mais da minha vida. Tenho sentido as coisas na pele e não mais através de páginas de livro ou cenas de filme. Os livros não mais me arrepiam a espinha, por mais que seja um livro bom. Uhg, estou completamente cansada de romance adolescente escrito ou gravado, o que deve ser um choque pra Karla...

2015 Awards \o/

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esse filme e essa mulher, sinceramente ALERTA DE TEXTÃO E POSSÍVEIS SPOILERS NÃO INTENCIONAIS. Ahoy internet! Parece que o melhor ano da minha vida (até agora) tá acabando mesmo. E, como não podia de ser, a internet está recheada de lista de retrospectiva, dando prêmio para os melhores do ano, bem no estilo Faustão mesmo e quando nessa vida Karla vai perder a oportunidade de fazer uma lista, lista de retrospectiva de fim de ano ainda, omg! Infelizmente, vai ser uma lista muito difícil de fazer porque, aparentemente, não gostei de muita coisa esse ano???? Não sei se porque estive muito distraída com um zilhão de outras coisas (OBRIGADA 2015, YOU ROCK), mas parece que toda cultura que eu absorvi esse ano foi meio meh. Poucas coisas na ficção me empolgaram mesmo e isso está partindo de euzinha sim, Karla Baltar, rainha da empolgação. Mas ainda há ressalvas a se fazer, pois nem tudo é ruim nessa vida, afinal, estamos falando do melhor ano da minha vida (até agora). Pra começar bem...

O Preço de um Lição - BEDA #26

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Devo dizer que a única razão pela qual eu me interessei por esse livro é que o Federico Devito escreveu parte dele (a outra parte é obra do Gutti Mendonça). Porque a capa não me atraiu, o título não atraiu, a frase de efeito da capa não me atraiu, a sinopse não me atraiu, nada me atraiu. Minhas expectativas para esse livro eram zero, zero mesmo. Mas o primeiro tweet que eu favoritei na vida foi uma menção dele pra mim depois de eu comentar sobre ele na capa da Capricho lá nos perdidos de 2010, então existe certa admiração pelo até hoje cara mais bonito dos três Vida de Garoto . Sim, a única razão pela qual eu quis ler esse livro é um antigo colírio da Capricho e atual youtuber . O Preço de Uma Lição conta a história de um carinha (ele não tem nome no livro e, acredite, essa é uma das coisas mais legais do livro) de 22 anos que sempre conseguiu tudo o que queria, que luta por tudo o que quer, menos pelas garotas, que todas caem na dele. A história começa contando os relacionamento...

God bless the character development - BEDA #19

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Também conhecido como: uma quase resenha de Love & Muddy Puddles, de Cecily Anne Paterson ou ALL THE SPOILERS ou  outro textão Estou lendo um livro chamado Love & Muddy Puddles no Kobo do meu celular. Ele conta a história dessa garota, a Coco, que é toda superficial e mais interessada em parecer legal do que ser legal de fato, que vai parar numa fazenda no meio do nada, logo depois de ter entrado no grupo das meninas mais populares da escola. A primeira metade do livro um completo porre de uma menina patricinha sendo uma total chata reclamando de tudo fazendo tudo parecer a pior coisa do mundo. Eu só queria vomitar na cara dela durante todo esse tempo. Mas, sabe, ela vai crescendo. A protagonista vai aprendendo algumas coisas e vai deixando de ser uma completa idiota e vai percebendo que o top certo e a calça certa não são de fato importantes. Vai entendendo que sua irmã gêmea só é tão legal porque não faz nenhum esforço, ela só é ela mesmo. Coco vai lidando e melho...

As coisas que eu faço da minha vida... - BEDA #15

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será que as pessoas estão preparadas pra um post ilustrado com fotos tiradas à noite com meu celular? Não sou o tipo de pessoa que compra livros pela capa. Não o faço porque em geral não tenho dinheiro nem pra comprar os livros cuja histórias me interessam, que dirá ir só pela capa. Mas, aparentemente, sou o tipo de pessoa que compra o livro se quem está me vendendo é o próprio autor. Comprei Estrela Pier porque a Kamilla estava lá. Comprei Nada Dramática porque a Dayse estava lá. Comprei A Vida é Bélica porque o Jonas Worcman estava lá. (E talvez porque ele era bem gatinho) Eu estava lá no meu lugar favorito na cidade (aka Avenida Paulista), com duas das minhas pessoas favoritas no mundo, andando pela vida como quem não quer nada numa tarde de domingo (~coisas~ acontecem na minha vida em tardes de domingo), quando eu vi um cara com uma barraca lá e umas camisetas com umas frases maneiras. Eu parei ali por causa de uma camiseta, que eu poderia comprar e ir embora,  mas ...

A coisa com a Renesmee é... - BEDA #11

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(eu não tenho certeza se essa foto é de BD, porque Nessie tá com expressão demais...?) Eu realmente não gosto da Renesmee. Ela representa a única coisa que eu não gostei sobre a série inteira: a pressa. Bella tinha pressa de ser vampira, mas também queria ter todas aquelas experiências humanas, então Stephenie Meyer cria a Nessie, que é tão impossível e não-natural e destrutiva, como tudo quando é apressado. Quer dizer, leva tanto tempo para Bella e o Edward darem o primeiro beijo, mas todo o resto é tão rápido. Ás vezes eu queria que Breaking Dawn inteiro sequer existisse. É o único livro que eu preferiria ignorar, porque é tão... ugh, adulto, considerando que se trata de pessoas de 19 anos, sabe?! Eles noivam, casam, engravidam (helloooo, coisa de adulto) e Bella se torna vampira e é tanta coisa acontecendo num período tão curto de tempo (a saga inteira se passa em cerca de dois anos) e Bella é tão nova pra viver tudo isso. Tipo, eu tenho 18 anos e penso "não tem nenhuma ch...

Keeping Up With The Cullens - BEDA #9

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clique na imagem para ver o especial de páscoa completo Existe um lugar mágico na internet chamado Tumblr. Lá você encontra tudo e mais um pouco sobre tudo e mais um pouco. Até uma série de posts sobre Twilight baseada nos livros, nos filmes e em Keeping Up With The Kardashians. Pra quem não sabe, KUWTK é um reality show com a família da Kim Kardashian (que eu não faço ideia de porque eu já a conhecia antes de ela se casar com o Kanye West, nem nunca vi KUWTK, já que isso é só o que ela fez na vida, aparentemente?), onde é mostrado a rotina deles e as brigas e os amores e etc, com comentários deles depois e tal. Daí que eu tô de boas lá no Tumblr quando vejo esse post aqui e morri de rir e fui atrás de mais , porque, imaginem o quão maneiro seria um seriado fake-reality baseado em Twilight, com o humor ácido criado no Panlight ? E é tão maravilhoso, porque são usadas as imagens dos filmes (e de seus making-ofs) pra representar as histórias dos livros. E sempre com uma pitada ót...

Guilty Pleasures - BEDA #6

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Eu quero deixar claro que não gosto muito do termo " guilty pleasure " porque se é pleasure , não devo me sentir guilty sobre ele. Mas esse é um termo tão bom pra designar aquelas coisas que você sabe que são bem ruins, mas seu coração você não consegue desapegar, sabe. Você enxerga as coisas ruins, você sabe que são ruins, até entende os haters , mas não dá pra deixar de ser lover . Uma relação que mantive por anos a fio com Glee, que só se tornou guilty pleasure a partir da quarta temporada. Até a terceira temporada, Glee era realmente muito legal mesmo. Mas daí começou uma putaria de plot, de falta de plot (se você acha que a especialidade de Glee é música, é que você não tem noção de quantos personagens não tinham razão de ser na série), personagens bizarros, Rachel sendo bem burra em Nova Iorque e tudo estava bem ruim em Glee, mas eu estava tão extremamente apegada àquela bagunça toda que só desapeguei porque acabou. É mais ou menos o que eu sinto em relação a Crep...

O Kobo pra Android e eu me enganando-me a mim mesma pessoalmente

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essa  imagem não faz sentido algum e por isso mesmo é que ela está aqui Estou numa fase da vida em que duvido que eu vá passar em qualquer que seja a matéria da faculdade. Não me vejo tirando mais de quatro em nenhuma matéria, porque tenho certeza de que não absorvi mais que 40% das aulas. As coisas estão ruins assim. Tem um mês que não abro um livro por prazer. Porque eu percebi que não aproveito as  leituras que eu faço durante o período de aulas na faculdade, por causa da culpa de não estar lendo textos acadêmicos. Então simplesmente parei de estragar livros bons com culpa. Mas tá, isso não me impediu de assistir How I Met Your Mother inteirinha em dois meses. Também não me impede de assistir Empire, toda semana piamente (btw, taquipariu, já assistiram Empire? vão atrás desse seriado a-g-o-r-a, por favor, obrigada, de nada). Nem de me viciar completamente em Redhead Redemption, um joguinho de matar zumbi pra plataformas mobile desenvolvido pelo 9GAG (olha essa Karla t...

Top 5 Sunday - Livros que eu quero muito, muito, muito ler

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Isla and the Happily Ever After, da Stephanie Perkins O terceiro e último livro da série Anna, Lola & Isla. Anna e o Beijo Francês é um dos meus livros favoritos e Perkins, uma das minhas autoras favoritas. E eu nem sei lidar com o fato de que a Saraiva desistiu de me vender esse bebê. Eu espero por esse livro desde 2011, quando eu li Anna e, sério. Preciso dele pra ontem. O Sangue do Olimpo, do Rick Riordan Último livro da incrível série Heróis do Olimpo. Último livro sobre Percy Jackson. Não sei se quero ler mesmo ou se vou evitar ao máximo pra não acabar :c (eu tenho quase certeza de que essa imagem é um spoiler, mas vou ignorar) A Desconstrução de Mara Dyer, da Michelle Hodkin Dizem que esse livro é macabro e assustador e dá medo e tal. Fiquei só um pouco curiosa. Talvez muito. Os Garotos Corvos, da Maggie Stiefvater Stiefvater escreveu a trilogia Os Lobos de Mercyfalls e é uma trilogia tão belamente escrita, tão bonita. E a história de Os Garotos Corvos p...

Top 5 Sunday - Razões pra amar Patch Cipriano

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Patch Cipriano é basicamente a razão pela qual estou solteira nesse momento. Também é minha tag favorita do tumblr. "You're mine, Angel" "I undress to impress." "Be my everything" "Naked. I know the drill." "Go here? Or here?" Como viver sabendo que em lugar nenhum no mundo real há um cara assim ?

22 de Dezembro de 2012

Eu amo livros. Isso é legal. E por amar livros, acabo por viver para eles. Isso não é legal. Todos os dias eu entro em um site qualquer que venda livros para ver o preço de algum(ns) livro(s), mesmo tendo a certeza de que não vou comprar nenhum deles. E isso é menos legal ainda. Começo, então, a perceber que é mais fácil pra mim se apaixonar por um personagem do que por um cara real. Começo a perceber que eu quero ter a atitude de uma personagem, mas não faço nada na vida real. Percebo que fico muito mais feliz porque uma personagem está namorando, do que quando acontece qualquer coisa comigo. E as pessoas me dizem que estou fugindo da minha vida e me escondendo dentro das páginas. E eu minto pra mim mesma dizendo que não, eu não faço isso. Eu amo livros. Quando estou lendo, vivo coisas que não aconteceriam na minha vida de verdade e, consequentemente, sinto coisas que não sentiria fora dos livros. Só que eu tô começando a achar que talvez minha vida fosse mais l...

O que eu fiz de legal na 23ª Bienal do Livro de São Paulo

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Eu tinha feito um post todo bonitinho, cheio de fotos e comentários empolgados e coisas do tipo. Ele ainda tá salvo nos meus rascunhos, inclusive com o mesmo título desse post, só pra eu não esquecer o quão feliz eu estava. Mas eu não vou postar foto nenhuma aqui. O que eu fiz de mais legal nessa bienal foi cair na real. Eu vi que sou uma em um milhão. Que mesmo as coisas que me tornam única não me são exclusivas. Existe uma quantidade enorme de pessoas no mundo, no Brasil, em São Paulo. E várias pessoas gostam de várias coisas e eu sou única, mas não sou a única no mundo a ser única. A bienal levou 720 mil pessoas pro Anhembi . 720 mil pessoas tão interessadas em livros quanto eu. 720 mil pessoas nas quais eu sequer prestei atenção. 720 mil pessoas que também não prestaram atenção em mim. 720 mil vidas acontecendo ao mesmo tempo. 720 mil formas diferentes de impacto causados por aquele evento.  Setecentas e vinte mil. Então, além dos livros que comprei e das pesso...

2013 Awards - OS LIVROS

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Ai ai. Ai que dificil. 2013 foi um ano bom em relação a livros. Poderia ser melhor, é verdade. Mas considerando o vestibular o fim do técnico, até que foi relativamente bom. Foram todos meus bebês. Dá dó escolher só treze. E ainda mais classificá-los. Pra eles não ficarem tão tristes e porque eu tô afim , vou ilustrar o post com imagens do tumblr. Ai tumblr, como eu te amo Posição 13 - Destinada (House of Night #9), de Kristin e PC Cast Eu e minha relação de amor e ódio com House of Night . Tem essa parte de mim que está amando tudo no momento e tem a outra parte que quer tacar o livro na parede, ou entrar nele pra matar a Zoey eu mesma já que a vilã dessa série é um porre. Mas se a gente ignorar as partes ruins e focar em como a mitologia é rica e em como a linguagem dos livros é fácil, dá até pra passar por 8 livros e chegar no ápice da escrita entre PC e Kristin Cast, porque, até agora pelo menos, esse foi o melhor livro de House of Night e, sério. Amor. Só é uma pen...

Destino - Ally Condie

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Acho que, de todos as distopias adolescentes que estouraram aí no mundo literário, essa deve ser a mais parecia com as distopias do século passado (1984, Admirável Mundo Novo, Fahrenheit 451, etc). E isso já seria motivo suficiente pra se tornar um dos meus livros favoritos. Ok. Talvez esse livro não seja tão bom assim, e provavelmente muita gente não vai achar. Mas Destino me tocou de verdade. Eu li bem rápido e quando eu terminei eu não parei de pensar no dito cujo. Terminei de ler ele de manhã (durante a aula de redação... e o professor me pegou lendo) e passei o resto do dia inteiro pensando em como eu gostei de, basicamente, tudo (menos da Cassia, mas eu tenho sempre problemas com as protagonistas em geral). Eu gostei de como a autora costurou a história, mostrando todas as coisas do ponto de vista da Cassia, deixando tudo muito mais surpreendente. E, ainda assim, não é por isso que virou um dos meus favoritos. Destino conta a história de uma sociedade em que o poder de es...

Wake, Despertar - Lisa McMann

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Ok. Isso não é uma resenha, nem nada. É só a indicação de um livro. O dito cujo se chama Wake - Despertar. Mas por ser muito mais legal que esse subtítulo tosco fins didáticos, vou chamá-lo só de Wake. Wake é o primeiro livro de um trilogia (Wake, Fade e Gone), da autora Lisa McMann, que conta a história de Janie Hannagan, uma garota que por alguma razão é sugada pra dentro dos sonhos alheios. O que pode ser bem constrangedor, bem ruim ou bem legal, dependendo do sonho e do sonhador. O livro é incrível! A narrativa é uma delícia, não há muitos fatos desnecessários e a história é muito criativa. E tem Cabel, que tem o melhor dos dois mundos: o bad boy e o fofo na medida certa (apesar de o final ter estragado o bad boy um pouquinho...). O livro pode parecer tosquinho a princípio, mas é muito legal e vale a pena passar três dias lendo. Estou recomendando ele pra todo mundo. Pra você também. Wake não vai mudar sua vida. Não tem uma super lição por trás, mas é um livro fofo, leg...