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3 coisas

daqui. 3 coisas que mal posso esperar o fim do semestre 30 de dezembro meu diploma 3 coisas que me dão medo fim de relacionamentos provas de história caras me encarando na rua 3 coisas que me dão preguiça aulas de história dar aulas às oito da manhã pegar ônibus 3 coisas que eu gosto dormir calor beijo no pescoço 3 cheiros que eu gosto café pescoço do ~minino~ vinho 3 cheiros que eu não gosto leite quente dobradinha e/ou buchada hidratante x que minha mãe comprou 3 comidas GIMME MORE strogonoff de frango pudim de leite de mamãe sorvete de café 3 redes sociais favoritas Twitter Tumblr Instagram 3 bebidas favoritas vinho suco natural de laranja cappuccino (cheio) de canela 3 coisas que eu quero fazer morar no exterior curso de francês aulas de teatro e/ou dança 3 coisas que eu deveria fazer trabalho de de ecopol academia guardar dinheiro 3 coisas que eu sei fazer falar inglês maximizar utilidade do consumidor sujeita a restrição ...

Essena O'Neill e um monte de questionamento

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NÃO HÁ NADA REAL SOBRE ISSO (?) Existe essa menina, de quem eu nunca tinha ouvido falar e que, de primeira, ignorei completamente por ser exatamente o tipo de guria que eu ignoro na internet, mas Essena O'Neill é uma garota de 18 para 19 anos que fez toda sua adolescência na rede social. Desde bem novinha, ela vinha tentando conseguir muito views e seguidores e tudo o mais que conseguisse da internet porque ela sentia que aquilo iria preencher um vazio que ela sentia quando novinha e, well, deu mais certo que o esperado, aparentemente, pois com a minha idade, ela já faz(ia?) muito dinheiro só sendo linda na internet. Nas últimas semanas, Essena começou a editar as legendas das fotos do Instagram super badalado (mais de 700 mil!!!!!) dela contando a realidade por trás das fotos perfeitas. Legendas que vão por aqui , aqui , aqui e daí pra pior. Esse mês, ela saiu das redes sociais todas, matou o Instagram, o canal no YouTube, sumiu (bom, mais ou menos, ela meio que tem um blog?...

Crise de quem não estudou no feriado

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Hoje é 12 de Outubro. Dia das crianças, dia de Nossa Senhora Aparecida, feriadão prolongado. Isso significa que minhas primas estavam aqui em casa. E que eu dediquei meu precioso fim de semana de dois dias (trabalhar aos sábados faz isso com a gente) para curtir e relaxar com elas. Nos divertimos bastante, obrigada, de nada. Mas Eu não li uma linha de três capítulos de certo livro para certa prova na próxima sexta-feira. Eu não terminei a fucking lista de microeconomia, de novo. Não fiz minhas sobrancelhas. Não li os textos que um professor me mandou sobre meu possível tema de monografia. Não fiz nada que não envolvesse necessidades fisiológicas e rir. Sério. E a bad tá batendo com muita força porque eu só ganho mais trabalho lá na firma. Não estou reclamando, longe de mim, eu adoro fazer o que faço. Mas pra dar conta do meu trabalho, eu preciso matar a faculdade. Estou num ponto de ler dez páginas de um texto aleatório que não serve pra nada e considerar isso o maior sucesso da ...

Setembro de 2015: um resumão.

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Obs: não ignore o aumentativo no título Hoje completou 37 dias desde o último post. Fiquei assustadíssima quando me dei conta disso porque não tinha percebido o passar do tempo assim. Setembro passou num piscar de olhos. Desde o finzinho que agosto que tento fazer um post decente pro blog, mas não conseguia sentar e pensar numa forma de escrever. Todo dia abrindo o Blogger e encarando a caixa branca sem sentir o texto fluindo, apagando toda a primeira linha antes que ela virasse duas. Fui deixando todas as ideias de post pra lá, largando de mão, igual eu estou fazendo com, well, a faculdade, que não consigo lidar porque sou completamente desorganizada com tempo e prazos. Quinta feira que vem já é outubro e eu não sei o que estava fazendo da vida esse mês. Na verdade, sei: nada. E tudo. ~tremendo igual vara verde~ Comecei bem no primeiro fim de semana do mês nove: estive na Cidade Maravilhosa no feriado da Independência com uma das minhas melhores amigas pra curtir a vida adoi...

let's get high

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Lembra quando Taylor Swift perguntou se a brisa valia a dor? Queria acreditar que não, mas tenho lá minhas dúvidas. É bastante óbvio e previsível achar que nenhuma felicidade baseada na dor possa ser válida, mas vai dizer isso pra um masoquista. Fora o fato de que eu acho que em maior ou menor grau, todos somos meio masoquistas. Não que todos saímos por aí nos mutilando e ou pedindo para outros nos machucarem, mas a gente sai por aí se jogando em montanhas russas só pela sensação de talvez-eu-caia . E, na moral, essa é uma sensação bastante viciante. Meu professor de Microeconomia disse que, em algum nível, somos todos aversos ao risco. Mas acho que somos todos mais ou menos propensos ao risco. O que estamos dispostos a arriscar pelo ganho varia, mas estamos sempre dispostos a arriscar. Não importa o cagaço, não importa o quão ruim pode dar e não importa se posso me machucar. Eu vou. Eu tinha medo, não tenho mais. Mesmo que dê muito ruim e doa demais e eu chore meus olhos pra...

Nunca?

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Já dizia o famoso pensador contemporâneo: never say never Eu posso fazer uma lista enorme de coisas que amei e que não ligo mais, e posso fazer uma lista maior ainda sobre as coisas para as quais dei língua e careta e banana (aquela com os braços, não a fruta) e depois, com a rabo entre as pernas e a cabeça abaixada, disse "ah, to curtindo". O exemplo mais clássico que eu posso lembrar agora é One Direction que, uau, como é que algum dia pude dizer que não gostava deles, meu deus?! Essa semana aí eu fiz DUAS coisas que prometi não fazer: fui sugada pra dentro do Snapchat e coloquei uma foto com bordas do Instasize no perfil do Facebook. Porque, em geral, eu sempre acho que a internet está overreacting sobre tudo, e eu nunca enxergo a absoluta necessidade que algumas pessoas vêm em certas coisas (o que, sinceramente, é a maior hipocrisia da minha vida, porque eu overreajo a tudo o tempo todo). Sempre achei o Instasize meio desnecessário, coisa de quem queria colocar foto...

Cinestésica

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Existe uma teoria da psiconeurologia (olha, talvez não seja esse campo mesmo que estuda, e eu nem sei se essa palavra existe mesmo...? UPDATE: o termo certo é neuropsicologia, aprendi) que divide as pessoas em três perfis representacionais - visual, auditivo e cinestésico - baseados no funcionamento do seu cérebro, como este reage aos estímulos externos e o quanto isso interfere na sua personalidade e forma de se comunicar com o mundo. Fiz um teste esses dias e meu resultado, como se pode notar pelo título, foi que eu sou esmagadoramente cinestésica. Mais da metade de mim se encaixa no perfil mais ~crazyney~ . É a galera dos eventos, da bagunça. Os esquecidos, os desorganizados. A pessoa que vai fazer um bom trabalho, mas nunca o melhor, pois pra eles o geral é mais palpável que os detalhes. É o professor legal, que fala de tudo, dá risada, mas que não consegue terminar a aula em tempo. Cinestésicos não conseguem ficar parados por muito tempo, é a pessoa que senta e muda de posiç...